Texto Áureo – At 13.2
Deus separa Barnabé e Saulo, em meio a jejum e adoração, para a obra missionária que Ele mesmo havia chamado.
Deus separa Barnabé e Saulo, em meio a jejum e adoração, para a obra missionária que Ele mesmo havia chamado.
Pela fé, Abraão obedeceu ao chamado de Deus e partiu sem saber o destino, confiando na herança prometida.
Esaú correu, abraçou e beijou Jacó, chorando. A reconciliação genuína de Deus supera mágoas profundas e restaura relacionamentos quebrados.
Deus transforma Jacó em Israel ao vencer a luta com Ele. Revela graça que muda identidade, chama à perseverança na oração por vitória e nova vida.
Isaque, cego, toca as mãos peludas de Jacó disfarçado, pensa ser Esaú e o abençoa, cumprindo a soberania de Deus.
O versículo destaca a intercessão perseverante de Abraão, que com humildade e coragem continua dialogando com Deus em favor da cidade.
Deus estabelece o seu concerto com Abrão e a sua semente.
A obediência errada de Abrão nos ensina que ouvir a voz errada custa caro. O homem de fé deve ser homem de oração e discernimento.
Deus aparece a Abrão, promete a terra à sua descendência e ele responde edificando um altar de adoração.